18 de mar. de 2010

Surfando fish

Mais uma adepta do surf em fish...

17 de mar. de 2010

Gerry Lopez

Quem surfa a mais de 30 anos, certamente conhece este cara. Figura carimbada em Pipeline no Hawaii. Com seu etilo inconfundível, entubou (e continua entubando) em pé, muitas vezes, o que serviu como inspiração para muita gente até hoje. Na foto de Jeff Devine, uma imagem clássica de Pipeline.

16 de mar. de 2010

Quase 10

9,93 para ser mais preciso. Foi a nota que Bede Durbidge conseguiu com esse tubo durante a primeira etapa do WCT 2010 em Snappers, Austrália.

15 de mar. de 2010

Aberta temporada de pesca aos surfistas

Atenção você que surfa no estado do Rio Grande do Sul. O brother Ingo Kuerten avisa que a partir de hoje está liberada a colocação de cabos e redes de pesca em todo o litoral do RS. ATENÇÃO!!!

Passada

Uma minha aí como registro. Torres/RS, jan/2010, foto da Neyda Manaut.

14 de mar. de 2010

Treinando vôos

É sabido que a prática de um esporte pode ajudar na técnica de outro esporte. O pessoal da Red Bull, procurando aprimorar o surf de seus atletas do surf colocou-os num treino com skates para auxílio do desenvolvimento dos aerials no surf. Pelas imagens da galera dentro da água, pode-se ver os resultados.

13 de mar. de 2010

Trazendo o surf para dentro de casa

Só mesmo o Patrick Parker. Que tal seu quarto assim?

12 de mar. de 2010

Momento especial

Foi com muita alegria que pude participar de um campeonato de surf 30 anos depois de abandonar as competições nesse esporte. Guga Arruda organizou o Soul Surfing Festival que aconteceu na Praia Mole em 20/fevereiro/2010. No evento existiam as categorias abaixo de 45 anos e acima de 45 anos. Ambas divididas em mais outras duas categorias: Uma para pranchas de surf Fish 5' 6" e outra para pranchas de surf Fun 7' 0" Todas as pranchas na competição eram identicas. Produzidas e cedidas pela Power Light Surfboards. Na minha categoria (acima de 45 anos) David Husadel ganhou tudo! Fish e Fun. Mas não fiz feio não, consegui uma segunda colocação seguido pelo grande brother Flávio Boabaid (amigo de longa data) e pelo novo amigo Fernandinho Schimidt (foto na entrega de prêmios). Um momento muito especial para mim que certamente fará sempre parte de boas lembranças que levarei desta vida. ALOHA! (foto: Neyda Manaut - da direita para a esquerda, David Husadel, Fernandinho Schimidt, Neko Rodrigues e Flávio Boabaid com o filho Luiz Felipe no colo)

11 de mar. de 2010

Nas ondas da Austrália

Agora aproveitando também a energia do vento. Video da Neil Pryde com o windsurfista Robby Swift. Altas ondas.

10 de mar. de 2010

David Husadel, um ponto num mar verde

Você que acompanha surf, já deve ter escutado alguma coisa sobre David Husadel. Se você é novo no esporte (menos de 10 anos de surf) já deve conhecer o Pedro Husadel, filho do David. Surf no sangue dos dois desde os primeiros contatos com o mar. Na foto ao lado (1989) do arquivo pessoal do meu primo "competition" David Husadel, um grande fundo verde enchendo a imagem de uma cavada dele de back side. David tem grande experiência de surf no exterior e de competições de alto nível. Pedi para ele me enviar algumas fotos de surf e essa aí é uma delas. Show de imagem. Em breve mais aventuras incríveis do grande brother Davizinho aqui no Top Wings.

9 de mar. de 2010

Surfando uma nave

Quando adquirimos uma prancha nova de alta qualidade, por vezes chamamos ela de "nave". A fissura para subir nela e tentar manobras novas geralmente é grande. Um aerial? Quem sabe. O cara da foto ao lado realizou estes sonhos.

8 de mar. de 2010

Holly Beck

Em homenagem ao dia internacional da mulher (hoje), um post sobre elas. Surfando na web achei Holly Beck. Surfista americana com surf no pé. No video abaixo, de fevereiro desse ano, Holly dando um confere bem cedo (de skate) no pico e retornando para um surf em água gelada. Legais as filmagens e edição que ela fez. Vale um confere nas imagens.

7 de mar. de 2010

WCT 2010 com um início muito competitivo

Esse ano o campeonato mundial de surf da principal categoria da ASP, o WCT, começou muito disputado. São vários surfistas de alto nível com chances de ganhar a competição. Dependendo do tipo das ondas que se apresentam durante a competição, do preparo de cada um e da inspiração, um detalhe, uma onda melhor, pode derrubar um favorito. Isso aconteceu mais de uma vez na Austrália, na praia de Snappers, nessa primeira etapa do WCT. O australiano Taj Burrow veio mantendo o seu surf moderno e radical com a consistência necessária para ser o melhor da competição. Taj não iniciou bem a competição. No primeiro round, quando ninguém ainda era eliminado, perdeu para o compatriota Chris Davidson. O brazuca Neco Padaratz estava também nessa bateria. Nos rounds seguintes, já nas baterias homem a homem, onde só um surfista passa para a etapa seguinte do campeonato, foi eliminando Garret Parkes (AUS), Owen Wright (AUS), teve a chance para revanche com Chris Davidson (AUS), passou pelo brasileiro Adriano de Souza, derrubou o também fortíssimo Bobby Martinez (USA) e finalmente bateu o Sul Africano Jordy Smith. Uma competição com excelentes ondas e um nível técnico impressionante. A Austrália mostra que continua como berço de surfistas de alto nível. Vale a pena rever as baterias desta competição. Confira no site do evento. E no video abaixo algumas ondas que levaramdo Taj até o topo do podium.

6 de mar. de 2010

Diversão

Não somos só nós que nos divertimos num dia de ondas boas. Hilton Alves sabe disso.

5 de mar. de 2010

Ondas do ar

Pilotos de asa delta vivem olhando para o céu para analisar as condições de vôo. Quando o céu está maravilhoso e o piloto está impossibilitado de voar, a beleza da condição se transforma em tortura. Parei de voar de asa delta. Agora meu foco é novamente surf e windsurf. Mas continuo olhando para o céu. Com outro ponto de vista. Na foto ao lado, que tirei ao sobrevoar a região de Sapiranga/RS, capturei sem querer uma nuvem que parecia uma onda quebrando no céu! Análise de surfista! Uma onda no ar!

4 de mar. de 2010

Evento Niguiri - Soul Surfing Festival

Guga Arruda informa para os que estarão em Florianópolis hoje:

"Dale galera. Nessa quinta feira 4 março, as 21:30 no Niguiri, grande encontro da galera para ver as fotos e o video do Soul Surfing Festival. Até la. Guga Arruda."

Em mais essa foto da Neyda, da esquerda para a direita: David Husadel, Neko e Lia Rodrigues (minha mãe prestigiando o evento) durante o primeiro Soul Surfing Festival.

Rabo

Não adianta... Sempre tem um cara dentro da água que se encarna em ficar atrapalhando as ondas dos outros. Num dia de muita crowd as chances de isto acontecer aumentam muito. Pior são aqueles que além de errar atrapalhando a onda dos outros entrando no rabo da onda ainda ficam cantando de galo achando que estão certos... Falta de educação em casa, com certeza...

3 de mar. de 2010

Nuvem boa

Nuvem pode significar coisa boa ou coisa ruim, depende do ponto de vista. No vôo de asa delta deste video, as nuvens que encarei eram das boas. Sustentação próximo as suas bases e tranquilidade para dar um passeio pelas suas bordas. Novembro de 2005.

2 de mar. de 2010

Power Light em matéria no Waves

Saiu no site de surf Waves (nesse link) uma matéria muito legal do Guga Arruda comentando detalhes das suas pranchas inovadoras Power Light. Combinação mágica de leveza, resistência, flexibilidade e performance.

Prancha ultraleve
Guga Arruda investe nos shapes
Por Daniel Tinelli em 27/02/10 23:08 GMT-03:00

Guga Arruda decola alto com prancha de apenas 1,5 quilos. Exímio competidor, Guga Arruda já foi duas vezes bicampeão catarinense e sul-brasileiro. Sempre esteve entre os melhores surfistas no ranking da elite brasileira profissional e se manteve entre os top 16 durante sete anos. Liderou o circuito brasileiro, fez finais em etapas do WQS e tem mais de 10 temporadas havaianas. Muitos atletas profissionais em diversas áreas do esporte estão buscando outros caminhos dentro do segmento. Esse trabalho de conciliação entre as várias áreas do surf muitas vezes é encarado com prazer, e essa pode ser a chave do sucesso. Guga desenvolveu a Powerlight, construção que permite pranchas muito leves e resistentes. O surfista, shaper, surf reporter, professor de surf, palestrante, empresário, filmaker, comunicador e pai de família Guga Arruda vem se mostrando um atleta multifuncional, já que exerce várias funções dentro do esporte que o revelou no cenário nacional e internacional. Apadrinhado por alguns dos melhores shapers do mundo, como Fernando Sheena, Avelino Bastos, Jonh Carper, Pat Rawson, Havenga, entre outros, começou a shapear depois de uma aula com Avelino na década de 90. Hoje, utilizando a tecnologia de termo-moldagem, desenvolvida por Jair Fernandes, o "Maxuxo", e prosseguindo com pesquisas de matérias cada vez mais leves, resistentes e flexíveis, Guga desenvolveu a Powerlight, construção revolucionária que permite pranchas muito leves, resistentes, com controle de flexibilidade, e diz ter feito a prancha mais leve do mundo, uma 6’1 Full Carbon, com apenas 1,5 quilos. Aproveitando o inicio do Catarinense Profissional no próximo dia 5 de março, conversamos com ele para saber um pouco mais sobre essas inovações e algumas curiosidades pessoais. Como e quando surgiu o inovador sistema de pranchas Power Light? O inventor Jair Fernandes (Maxuxo) vem trabalhando há décadas no desenvolvimento desse novo método e eu venho pesquisando e buscando uma forma de produzir pranchas leves, resistentes e com controle de flexibilidade. Nos encontramos e identifiquei que o método de termo-moldagem desenvolvido por Maxuxo servia perfeitamente para o meu objetivo. Com esse método e os materiais mais nobres do mercado, como carbono, kevlar, madeira e a minha fissura por pranchas leves, nasceu a Powerlight. Quais os materiais utilizados e quais os diferenciais desses materiais? O carbono é o material mais caro e com melhor resposta de flexibilidade. Volta da flexão com mais velocidade e projeta a prancha pra frente. O kevlar é mais flexível e proporciona pranchas bem soltas e fáceis de manobrar. A madeira, usada em lâmina, na horizontal, também oferece boa flexibilidade e forma uma estrutura sanduíche muito resistente. Todas elas são feitas com bloco de EPS de baixa densidade, sem longarina, por isso são tão leves e laminadas com resina epoxi que permite boa flexibilidade. E a prancha mais leve do mundo? Conta melhor essa história. Sempre busquei a prancha mais leve possível, mas os fabricantes nunca quiseram fazer, pois tinham medo que quebrassem. Vários até me disseram que a prancha muito leve não ficava boa. Eu não acreditei e não me conformei, fui atrás. As coisas levam tempo, mas com o novo método, EPS de baixa densidade e fibra de carbono, fiz uma 6’1 com 1,5 quilos, botei na água e ela é mágica e voa. Sendo assim, está quebrado o tabu, prancha leve é o bicho. Em muitos anos na história das pranchas de surf, a longarina dos blocos era indispensável e parecia dar resistência às pranchas. As pranchas Power Light não utilizam longarina e possuem certa flexibilidade. Fale um pouco dos resultados comprovados na prática. Comecei a estudar flexibilidade com meu mestre Fernando Sheena, há uma década no Hawaii, com as pranchas Surf Light Hawaii, das quais fui o piloto de testes e patrocinado. A Powerlight nasceu para dar continuidade a esse trabalho. As pranchas flexionam mais que um shaper considera em mexer nas suas curvas de fundo, sendo assim a flexibilidade é o que define a curva real da prancha quando em uso nos pés do surfista. Por esta razão passa a ser o x da questão. Na prática, as pranchas mais flex são mais manobráveis e as mais rígidas mais velozes, porém o retorno da flexibilidade também faz grande diferença. Os matériais com retorno mais rápido oferecem uma projeção adicional para a prancha. Nas competições você tem usado as pranchas Powerlight ou ainda estão em fase de testes? As pranchas estão 100% aprovadas e não tenho vontade de usar as pranchas comuns, até faço algumas para o trabalho e desenvolvimento de design, mas não chegam nem perto da Powerlight. Na competição caio sempre de Powerlight. Além do Guga Arruda, quem mais testa os modelos de pranchas? Teco Padaratz, Gui Ferreira, Renato Hickel, Xandi Fontes e a raça toda aqui de Floripa. Falando de surf. Nascido e criado nas ondas de Floripa, qual a onda que mais gosta na ilha, no Brasil e no mundo? Guga desfere paulada de backside no crítico da onda. Moro em Floripa. Joaca e Campeche são as praias que mais gosto. Assistindo aos seus filmes da série Arquivo Surf, percebi que você tem grande atitude em ondas de responsa como Pipe e Teahupoo. Esse gosto por ondas grandes foi natural ou teve todo um processo de aprimoramento e até algum treino específico para essas condições? Sempre gostei de ondas grandes e muito novo optei pelo trabalho em ondas grandes e tubulares. Foram 11 temporadas havaianas, 7 na Indonésia, Oeste da Austrália, Teahupoo, Todos os Santos e outros picos. O grande desafio é surfar ondas grandes e tubulares na remada. Tive bons padrinhos como Fernando Sheena, Carlos Burle, Eraldo Gueiros e Pedro Müller. Também devo muito a Pato, que me levou para Teahupoo pela primeira vez, e aos amigos que me botaram em altas ondas de tow-in. Além disso, ainda muita natação e go for it. Em relação às competições, o Guga Arruda ainda tem muito para mostrar. Quais são suas expectativas para 2010? Sabe que eu estou meio cansado de competir, mas tenho muito gás pra pegar ondas grandes, dar aéreos rodando e praticar tow-in e tow-out. Tenho trabalhado em cima de algumas acrobacias no tow-out como o looping, que já estou completando de frontside. Em relação à competição, estou sem compromisso e pretendo aparecer bem preparado para alguns eventos. Recentemente estreou um programa de rádio, aumentando a sua gama de funções. Fale um pouco dessa oportunidade de ter um canal de informações tão importante à sua disposição. Bem, o Ondulação Atlantida me colocou em contato com a comunidade surfistica de Santa Catarina. São mais de 20 mil pessoas, quatro vezes ao dia. Entre 8 e 9 da manhã temos o pico do nosso Ibope e exatamente por isso identificamos que havia demanda da galera surf em Floripa e lançamos o "Mais Floripa", uma hora de muito surf music e bate-papo com altas personalidades da cidade, um espaço todo nosso. Estou adorando. Qual o seu sonho de consumo? Indonésia, Hawaii e Teahupoo, tudo filmado e fotografado, com os amigos... Sabemos que você tem uma grande consciência ecológica. Na fabricação das pranchas, existe alguma preocupação nesse sentido? Sim, é dever de todos, por isso trabalho com o bloco de EPS, onde todo o resíduo é reciclado pelo próprio fornecedor que reutiliza o material. Em apenas uma palavra, descreva as pranchas Powerlight. Pode ser duas? Forte e leve.

Fonte Daniel Tinelli

1 de mar. de 2010

Quebra-cabeça da temperatura da Terra

Aqui no Top Wings estamos alertas ao que se publica em relação ao clima. Não estamos acreditando em tudo e sim analisando os fatos. Como existe muita informação contraditória, é preciso parar um pouco e pensar. A NASA fez este vídeo muito interessante sobre as mudanças climáticas, principalmente em relação a variação de temperatura da Terra. É realmente um quebra-cabeça.