31 de mai de 2009

Snap de back side

Essa foto do Dode é isso. Redondo e com estilo.

30 de mai de 2009

Ana Sofia

Ana Sofia é parceria certa para um velejo no Guaíba se tiver vento é figura carimbada na Raia 1. Começou a velejar de windsurf não faz muito tempo mas já tem técnica de competição. É daquelas pessoas determinadas que colocam um objetivo nos planos futuros e correm atrás com unhas e dentes. Ana está treinando constantemente e se inscrevendo em competições onde obteve excelentes resultados. Se você se interessar em patrocinar a Ana, entre em contato com ela. Futuro certo em pódiums de windsurf. Abaixo uma entrevista dela feita pela RBS contando um pouco de sua realidade.

Cartaz de filme

Mais um cartaz de filme de surf feito pelo Rick Griffin. Já vimos aqui no Top Wings outro cartaz dele do filme Five Summer Stories. Você que é praticamente um surf sauro, deve se lembrar desta imagem.

29 de mai de 2009

Santa Catarina

Interferência inimiga

Quando você está surfando e um amigo, conhecido ou parente entra em sua onda e não atrapalha podemos dizer que é uma interferência amiga. Mas quando você vem trabalhando a sua onda e entra um mané na tua frente, dropa reto, cai ou mesmo vai para cima de você, podemos dizer que foi uma interferência inimiga. Daquelas que tiram pontos em surfistas em campeonatos. O famoso RABO. Aí resta segurar a onda e não matar o rabeiro. Respira fundo, sai de perto do crowd e procure uma outra onda limpa para ti. Nem sempre é fácil (ou possível) num pico lotado de fominhas...

28 de mai de 2009

Nem todo peixe é pescado

Você que está por dentro do CASO PESCA E SURF vai entender melhor esta postagem. No dia 26 de abril do ano passado, um sábado, fui sozinho atrás de um surf no litoral do Rio Grande do Sul. Um dia frio de outono. Escolhi a plataforma de Atlântida como pico para o surf do dia. O mar não estava pequeno, ondas de 1 1/2 a 2 m de altura. Correnteza lateral um pouco forte de sul. Dois ou três surfistas dentro da água. Lá fora, depois do final da plataforma. Comecei a conversar com alguns surfistas que estavam olhando o mar de cima de uma duna e achei um parceiro para entrar no mar junto. Não conhecia o cara, surfista atrás de onda como eu. Ele me aconselhou a entrar no mar umas duas guaritas de salva-vidas mais ao sul para que quando cruzássemos a plataforma já estivéssemos no fundo o suficiente para cruzar por ela. Entramos juntos no mar. Minha remada não é das melhores, a um ano atrás era ainda pior. Quem conhece este mar aqui do RS sabe da dificuldade de passar as ondas e ir para o outside em dias maiores. O cara que entrou no mar comigo se distanciou de mim um pouco e passou uma série que eu não passei... Olhei para o lado e percebi que eu não iria vencer o comprimento da plataforma, a correnteza de sul me levava para o encontro da plataforma e eu estava ficando numa zona perigosa. Um pouco a frente da plataforma mas tomando onda na cabeça. Se eu não tomasse nenhuma providência, provavelmente eu seria jogado pelas espumas contra os pilares da plataforma e aí a coisa não ficaria bem... Resolvi recuar um pouco e cruzar a plataforma por baixo, mais ou menos pelo meio dela. Sentei na prancha e esperei uma espuma para recuar. Nada de espumas... Iniciei então uma remada mais vigorosa para o raso e fui chegando na plataforma. Cruzei por baixo dela acelerando a remada a favor da correnteza. Vi um pedaço de rede presa em um dos pilares. Levantei bem os pés na idéia de distanciar ao máximo minha cordinha de algo que pudesse prendê-la ali por baixo da plataforma. Ao cruzar voltei a remada para o fundo. Acabei entrando no mar quase em Capão da Canoa (veja a ilustração ao lado). Peguei UMA onda e saí. Cheguei a ficar sentado na prancha, a deriva, esperando uma onda no inside para me levar para a areia. Voltei para meu carro andando. Ao voltar para casa me dei conta do pergigo que eu, surfista inexperiente nos mares do RS passei. Estas condições não existem em outras praias do Brasil onde surfei, Rio e SC. Me refiro a risco de morte em redes de pesca. Com um pouco de azar, eu poderia ter sido capturado por alguma rede de pesca e aí, sem comentários. Portanto, que esta postagem sirva para você que nunca surfou no RS ou que anda entrando em mares no RS como este que relatei. Mar com correnteza nas praias do RS são potencialmente mortais. Redes de pesca, regulares ou não, podem te prender e o pior pode acontecer. NÃO ENTRE EM MARES COM FORTES CORRENTEZAS LATERAIS NAS PRAIAS DO RIO GRANDE DO SUL. Bom surf, boas ondas e vida longa. Longe de redes de pesca.

27 de mai de 2009

Tubo de back side III

Pedro Husadel, Rocky Point. Encaixado!

26 de mai de 2009

Prego simpático

Vôo de asa delta que fiz em fevereiro de 2006. Apesar de um vôo de curta duração (prego), boa visualização da aproximação de um pouso.

25 de mai de 2009

Mais grossura

Já vimos aqui no Top Wings uma imagem de grossura captada pelo David Pu'u. Sente essa do Clark Little, mais ignorante! O Clark está ali registrando a cena com sua máquina fotográfica...

24 de mai de 2009

Paulada com fish

Na foto o primo famoso Renato Hickel maltratando um lip com uma de suas fish.

23 de mai de 2009

Patrick Parker

Mais um artista do surf no Top Wings. Patrick Parker. Iniciamos hoje postagens com imagens da arte dele. Muito legais!

22 de mai de 2009

Parede em pé

O sonho de todo surfista é encarar com sua prancha de surf uma parede em pé para poder acelerar e explodir num lip com bastante energia. No inverno que chega por agora as chances aumentam quando está bem frio. O mar sobe!

21 de mai de 2009

Bug

Esta postagem é só uma lembrança. O surf aqui é o da Internet ou o que você faz dentro desta máquina aí na sua frente. Um dia amanheci em frente do meu computador e ao ligá-lo nada aconteceu... Num instante aquela sensação horrível de ver todos os seus arquivos, fotos, videos, e-mails, links, etc. PERDIDOS! Um pouco de calma, raciocínio e me lembrei dos CD's que vieram junto com a máquina. Consegui recuperar arquivos corrompidos e acessar novamente meus dados (ufa!). Quase formatei o HD. Agora estou preparando os arquivos mais importantes para back up. Fora desta máquina. Só um lembrete, você tem seus arquivos importantes guardados em outro lugar fora desta máquina aí? Pois é...

20 de mai de 2009

Bobby Martinez

Matou a etapa ASP 2009 em Teahupoo. Ao lado foto do Bobby numa das suas ondas na final contra Taj Burrow. No clip abaixo, cenas do campeonato. Na final o Taj se esforçou mas Bobby estava com a estrela. Pegou as ondas e na vantagem do front side arrepiou nos tubos. Não foi aquele Teahupoo clássico, monstruoso e ameaçador, mas lá mesmo meia boca tem altas ondas. 

Na porta de saída

Nesta foto o primo Luciano na porta de um tubo em Floripa. Luciano é parceria certa para o surf da madruga em local escolhido a dedo. Pilha garantida para uma busca de um surf de qualidade sem stress. Anda surfando muito esse cara, já faz algum tempo. Vide foto.

19 de mai de 2009

Cavada

Navegando na Internet achei esta imagem de windsurf num site que não tem muito a ver com o esporte. Mas é uma imagem impressionante de uma cavada num windsurf wave. Pelo estilo dá para arriscar dizer que é o monstro Robby Naish. As semelhanças do windsurf wave com o surf são muitas. Tirando a vela é surf puro.

18 de mai de 2009

Tubo de back side II

Esse aí é um tubo meu na Joaquina/SC. Back side numa onda oca. Durante um campeonato (1980?),

17 de mai de 2009

16 de mai de 2009

Pesca da Tainha

Hoje começa a pesca da tainha em SC. Assim como no RS, pescadores entram em conflito com surfistas. Cá pra nós, você que surfa e fica dentro do mar por horas, sabe que um milhão de peixes passam por ti sem maiores problemas. Somos como peixes no mar e não temos motor. Barcos de pescadores, estes sim, assustam peixes. No fim do video meu brou Flávio Boabaid.

Grossura

Quando o lip de uma onda é "grosso", espesso, significa que a onda vai quebrar sobre um fundo razo. Esse tipo de onda é de difícil drop, caldo pouco amigável e geralmente significa onda perigosa. Caiu, pode se machucar. David Pu'u registrou este momento colorido de uma onda de lip grosso pronta para descarregar sua energia num tubo oco. Massa de água sobre água.

15 de mai de 2009

Free to decide

Em muitos esportes, principalmente nos de mais riscos, a decisão do praticante é fundamental para a sua própria segurança ou sucesso. Num dia ruim pode-se evitar a prática. Para que correr riscos desnecessários? No video abaixo, coloquei o nome "Free do Decide" (que é o nome da música que toca ao fundo). A tradução é livre para decidir. Quer ir? Vai. Não quer? Não vai. Porém, se a escolha for a de ir, no caso da asa delta, não tem volta. Foi. No dia que fiz este video o vento no pouso estava rodando, o que é horrível para quem voa (pouso mais complicado, pode-se pousar com vento a favor e não acabar bem). Decidi ir. Fiquei um pouco tenso em função da dificuldade do pouso. Escolhi uma área fora do pouso oficial e tudo acabou bem. Decisão minha. Arrisquei um pouco.

14 de mai de 2009

O CASO PESCA E SURF (23)

Apesar de sempre existirem surfistas e não surfistas interessados em minimizar o problema das mortes no litoral do RS devido a redes de pesca, muito pouco se faz para solução definitiva deste problema crônico. Nosso grande colaborador da causa dos surfistas, Ingo Kuerten (ingokuerten@gmail.com - telefone 51 3386-2253), autor do trabalho O CASO PESCA E SURF, profissional especializado e qualificado para trabalhar o assunto de forma adequada e técnica, continua a disposição das instituições que possam estar pensando e fazer algo de concreto sobre o assunto. Na foto, o Ingo é o da direita participando de evento formal direcionado para o assunto. Depois deste evento, mais uma vida de surfista se foi... Esperamos que mais gente (surfistas!) reconheça a necessidade de mobilização. Mortes nas praias do Rio Grande do Sul devido á rede de pesca não é exclusividade de surfistas. Você, sua família, mesmo não surfando, se estiverem tomando banho de mar entre Torres e Chuí, estão arriscando a vida! ABRA SEU OLHO! Nós aqui do Top Wings, continuamos a disposição para divulgação e batalha para por um fim neste absurdo de surfistas morrendo em redes de pesca no Brasil. Neko.

13 de mai de 2009

Windsurf Sul

Para os que se interessam em trocar idéias sobre windsurf, preferencialmente no sul do Brasil, solicite inscrição no grupo WindsurfSul. Agora estamos no outono, em breve inverno e até a primavera (que é quando os bons ventos retornam) nada melhor do que poder trocar idéias sobre o esporte mantendo o assunto em dia mesmo sem vento.


Grupos do Google
Participe do grupo WindsurfSul
E-mail:

Visitar este grupo

12 de mai de 2009

Tubo de back side

Uma manobra que requer um posicionamento diferente do surfista é um tubo de back side. No front side o tubo parece ser feito para que um surfista agachado se encaixe perfeito na onda, com a cabeça e a posição dos olhos percebam as variações e próximos movimentos da onda. Já no back side é necessária uma torção do corpo pois a tendência e levar um lip na nuca. No desenho ao lado do John Severson, a onda é grande e oca. Neste caso tudo fica mais fácil. Dá para entubar em pé. Encaixe folgado.

11 de mai de 2009

Sonho

Todos temos metas. Estou retornando ao surf depois de anos hibernando. Apesar de praticar surf por 35 anos, por muito tempo me tornei aquele surfista de férias. Por morar em uma cidade sem praias com ondas (Porto Alegre não tem praia e as ondas do litoral do RS são muito escassas), só nas férias do trabalho que pude surfar ondas de verdade em SC. Aliado a isto tudo eu estava de corpo e alma no vôo livre de asa delta. 21 anos debruçado quase que exclusivamente em um esporte. No meu retorno ao surf a prática do windsurf me ajudou muito na recuperação do preparo físico. Vários dias velejando horas e horas em ventos moderados (para windsurf sim Porto Alegre e o Rio Guaíba são bons) pude recuperar parte do preparo que o surf exige. Estando em companhia de familiares do surf (que surfam) como Guga Arruda, David Husadel, Renato Hickel, Paulinho, Luciano, Dode, Henrique, etc., a pilha foi aumentada. Alcalina. No meu auge no surf, cheguei a competir e ter patrocinio. Rolava algumas manobras mais avançadas. Quando eu me afastei do surf, acertava alguns aerials. Agora, mesmo com a idade que tenho (48) já voltei a entubar, acertar batidas e cut backs e sairam alguns tímidos aerials. Se Deus quiser, em alguns anos, poderei estar voando de novo, em aerials cada vez mais altos e redondos. Sonho em estar em situações como a da foto. Será que consigo?

10 de mai de 2009

Vida marinha

Esta foto do David Pu'u retrata a vida no mar em ação. Ondas, golfinhos e pássaros. Tudo num mesmo momento. Manifestações simultâneas.

9 de mai de 2009

Teahupoo 2009

De 9 a 20 de maio agora está rolando a etapa ASP em Teahupoo. Neste link é possível acompanhar ao vivo as baterias. No video abaixo, algumas ondas do evento em 2008.

Pesca da tainha e o surf

Estamos na ápoca da pesca da tainha no sul do Brasil. Os pescadores ficam agitados e qualquer coisa boiando perto da praia e motivo para alarme. Nem nadar eles permitem em certas praias. A alegação é de que sua sombra, seu movimento na água, assusta os peixes e "desmancham" os cardumes de tainhas que "iriam" para as redes deles. Seus pobrema se acabaram-se! Faça uma prancha com um shape diferente, uma pintura marinha (tipo a da foto) tipo como se fosse um peixão. Aí você dá um oi para a galera de pescadores na praia como se fosse um deles e entra no mar abraçado com um peixe para pegar uma ondas. Será que cola?

8 de mai de 2009

Prática impraticável

Já vimos o assunto crowd aqui no Top Wings por algumas vezes. Nas postagens Marzinho Sopa e Crowd. Mas ontem saiu uma matéria do Tuca Gianotti no site Club Surf que me chamou a atenção. No feriado do dia do trabalho na praia do Silveira em Garopaba/SC chegou-se no nível de impraticável para o surf. Excesso de gente dentro da água. Um pico quando quebra perto de um costão, pier, quebra-mar ou laje, ou seja, num lugar só, fica difícil de distribuir as ondas para todos os surfistas que estão dentro da água. Começa então uma situação estressante de disputa de onda. Infelizmente só tende a piorar nos próximos anos. Cada vez mais novos surfistas iniciam no esporte e surfistas com muito tempo de surf seguem na prática. Solução difícil para picos da moda. Resta aos mais interessados em surf como forma de bem estar, terapia, buscar momentos e lugares ainda "limpos" para se divertir. É bom que divulguemos nosso esporte mas não é tão bom se tem mais gente do que onda no mar...

7 de mai de 2009

O CASO PESCA E SURF (22)

Concluímos então a apresentação deste importante trabalho do Geógrafo e surfista Ingo Kuerten (ingokuerten@gmail.com - telefone 51 3386-2253) sobre O CASO PESCA E SURF. A seguir as conclusões do trabalho do Ingo. Na semana que vem ainda estaremos tocando no assunto.

Conclusões
Existe a necessidade urgente de criação de uma lei federal específica para o zoneamento por usos da orla marítima, com definições claras de dimensão de áreas e competências para gestão e fiscalização desse ambiente, com sansões e penalidades bem definidas. Este é o principal problema em que esbarram as tentativas estaduais e municipais de ordenamento da orla, já que se constitui em área da União. Apesar disso, os municípios do litoral norte tem conseguido, através de acordo com os pescadores, delimitar áreas para surf e para pesca, sendo que a maioria dos pescadores as respeita. Proposta de Nova Área para Surf Com base na velocidade média da corrente de deriva litorânea e no tempo médio de permanência dos surfistas na água, acreditamos que para considerar uma área para surf segura, ela deve ter as seguintes dimensões:
• Extensão entre quatro e seis quilômetros, paralelo a faixa de praia;
• Áreas de escape de pelo menos 350 metros para que os surfistas possam sair do mar com segurança assim que alcançarem suas extremidades;
• Sinalização de limites de áreas em terra, fixadas em postes com altura não inferior a 5 (cinco) metros, em placas coloridas onde a coloração das placas identifique o limite de cada área, a fim de permitir a visualização destas pelos surfistas mesmo em dias de mar agitado;
• Sinalização na água, através da fixação de bóias coloridas em poitas, após a zona de quebra das ondas, conforme utilizado em campeonatos de surf;
Quanto à localização desta área, com base no mapa de uso e ocupação da orla marítima do município, acreditamos que deveria ser implantada desde a Avenida Calábria, ao Sul, até a Rua Benedito Lacerda, ao norte, tendo uma extensão de aproximadamente 4,8km. As áreas de escape seriam: Ao Sul: 350m (trezentos e cinqüenta metros) ao sul da Avenida Calábria; Ao Norte: Da Rua Benedito Lacerda até a plataforma de pesca de Salinas , totalizando aproximadamente 350 m (trezentos e cinqüenta metros). A Plataforma de Pesca funcionaria como uma barreira natural e de fácil identificação pelos surfistas . A localização sugerida tem como base a análise da ocupação da orla marítima do município, sendo que neste trecho se concentram a maior parte das residências de veranistas, conforme figura 21. Com a criação desta nova área para Surf, teriam que ser remanejados dois cabos existentes ao sul (19° e 20° cabos) e oito cabos existentes ao norte (11° ao 18° cabos) da atual área demarcada para pesca no município. Analisando o mapa de uso e ocupação da orla (figura 13, pág. 66), este remanejo parece ser possível visto que existem grandes áreas (mais de 500 metros de extensão) sem qualquer uso dentro dos setores 1 Sul, Setor 4 e Setores 2 e 1 norte. Além disso, após a retirada dos cabos de pescadores que não vivem da pesca aumentaria a área destinada para pescadores  profissionais artesanais no município. Ressaltamos que o número de surfistas é irrelevante para a determinação da extensão mínima de área, pois o comportamento da corrente de deriva litorânea não varia conforme o número de surfistas na água. Acreditamos que o aumento da área para surf contribua com um incremento no número de turistas não só no verão, mas também durante o inverno no município de Cidreira. Isso porque muitos surfistas que possuem residência no município alegaram freqüentar outras praias durante o inverno devido à pequena extensão da atual área de surf do município. O aumento no número de surfistas durante o inverno elevaria o consumo e aqueceria o comércio inclusive com ganhos aos pescadores, que poderiam vender diretamente aos consumidores saindo da mão de intermediários e da exploração que porventura 
estejam submetidos. Quanto aos pescadores, é necessário um novo recenseamento junto ao órgão ambiental responsável, a fim de acabar com os cabos e redes irregulares e a expedição de carteiras a não-pescadores; Existe também a necessidade do fomento às atividades de pesca e apoio ao desenvolvimento das famílias de pescadores para que não fiquem subordinados aos intermediários da pesca; A partir disso, deve ser organizada pelos órgãos de apoio aos pescadores (EMATER, SEAP, CEPERG, IBAMA) uma nova definição dos pontos de pesca no município, segundo as possibilidades de cada pescador. É necessário um projeto de capacitação com subsídios para a busca de meios alternativos à pesca com redes de espera, como projetos para maricultura marinha e pesca com botes.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ALVAREZ, J.A.; GRÊ, J.C.R.;TOLDO JR, E.E Estudos da praia a nordeste do molhe de Rio Grande, RS. In Pesquisas n°14. CECO/IG/UFRGS. Porto Alegre, RS. p. 131-145, 1981.

ALVAREZ, J.A.; GRÊ, J.C.R.;TOLDO JR, E.E. Estudos Oceanográficos e Sedimentológicos Preliminares da Praia de Tramandaí-RS. In Pesquisas n°15. CECO/IG/UFRGS. Porto Alegre, RS. p. 66-85, 1983.

ÂNGULO, R.J. Aspectos físicos da dinâmica de ambientes costeiros, seus usos e conflitos. In Desenvolvimento e Meio Ambiente n° 10. Editora UFPR, p. 175-185, 2004.

BERNARDES, N. Bases geográficas do povoamento do estado do Rio Grande do Sul. Ijuí: Editora Unijuí, 1997. 135p. : il.

BRASIL – Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Diretoria Técnica. Geografia do Brasil. Rio de Janeiro, SERGRAF IBGE, 1977.

BRASIL – Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Diretoria de Geociências. Geografia do Brasil. Rio de Janeiro: IBGE, 1990 – 420p.

BRASIL – MMA/IBAMA. Avaliação do Potencial Sustentável de Recursos Vivos na Zona Econômica Exclusiva – REVIZEE. Brasília: MMA. 1994, 27p.

CORREA, I.C.S. el al. Evolução Sedimentológica e Paleogeográfica da Plataforma Continental Sul e Sudeste do Brasil. In Notas Técnicas n°9.

CECO/IG/UFRGS. Porto Alegre, RS, p. 51-61, 1996. DILLENBURG, S.R. O Potencial de Preservação dos Registros Sedimentares do Sistema Deposicional Laguna/Barreira IV na Costa do Estado do Rio Grande do Sul. In Notas Técnicas n°9. Porto Alegre, CECO/IG/UFRGS. p. 1- 11, 1996.

FAMURS – Informações Municipais – Cidreira. In Portal Municipal/FAMURS. Disponível em http://www.portalmunicipal.org.br/entidades/famurs/dado_geral/mumain.asp?iI dEnt=5523&iIdMun=100143100 acesso em março 2008.

FERNANDES, A. História do Surf no Brasil, 2001. Disponível em http://360graus.terra.com.br/surf/geral.asp?did=380 acesso em 14/1/2007.

FUJIMOTO, N.S.V.M. et al. Uso e Ocupação do Solo no Litoral Norte do Estado do Rio Grande do Sul - Brasil. In ENCONTRO DE GEÓGRAFOS DA AMÉRICA LATINA, 10.São Paulo, ANAIS... São Paulo: Departamento de Geografia/FFLCH/USP, p. 5575-5591, 2005.

GABA FILMS, Caiu na Rede é Gente, Projeto Documentário. Porto Alegre, Gaba Films, 2007 www.caiunaredeegente.com.br acesso em 21/03/2007.

GARCEZ, D.S.;SÁNCHES-BOTERO, J.I. Comunidades de Pescadores Artesanais no estado do Rio Grande do Sul, Brasil. In Revista Atlântica. Rio Grande, FURG p. 17-29, 2005.

GERCO – Programa Estadual de Gerenciamento Costeiro. Diretrizes Ambientais para o Desenvolvimento dos Municípios do Litoral Norte. Porto Alegre: FEPAM, Estado do Rio Grande do Sul. 2000.

GRUBER, N.L.S.; DIlLENBURG, S. R. Litoral Norte do Rio Grande do Sul: Evolução e Cenários Futuros. Centro de Estudos de Geologia Costeira e Oceânica/IG/UFRGS. 10p.

GRUBER, N.L.S. A Antepraia na Região de Tramandaí – RS. Instituto de Geociências/UFRGS. Porto Alegre, RS 2002. Tese de Doutorado. 221p.

GRUBER, N.L.S.; BARBOZA, E.G.; NICOLODI, J.L. Geografia dos Sistemas Costeiros e Oceanográficos: Subsídios para Gestão Integrada da Zona Costeira. In Gravel n° 1. Porto Alegre, CECO/IG/UFRGS p. 81-89, 2003.

HAIMOVICI, M. Recursos Pesqueiros Demersais da Região Sul: Subsídios para o levantamento do estado da arte dos recursos vivos marinhos do Brasil. In Revizee – Score Sul. MMA – Programa REVIZEE. Disponível em http://www.mma.gov.br acessado em 15 de junho de 2007.

HAIMOVICI, M. et al. Diagnóstico da Pesca no Litoral do estado do Rio Grande do Sul. In A pesca marinha e estuarina do Brasil no início do século XXI: recursos, tecnologias, aspectos sócio-econômicos e institucionais. Belém. Editora Universitária UFPA, 2006, p. 181-186.

HOCHMULLER, F. União Pelo Surf Seguro. Porto Alegre, RS. 2006. Federação Gaúcha de Surf. Disponível em http://www.fgsurf.com.br/areassurf.htm acesso em 13/03/2007.

HOEFFEL, F. 1998. Morfodinâmica de Praias. Ed. UNIVALI. Itajaí, Santa Catarina, Brasil. 140p. IBGE. Contagem da População – 2007, Rio Grande do Sul. Rio de Janeiro. Disponível em http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/contagem2007/RS.pdf acesso em novembro 2007.

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSO NATURAIS RENOVÁVEIS. Projeto Orla: fundamentos para gestão integrada / Ministério do Meio Ambiente, Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão – Brasília : MMA, 2006, 74p.

ISAAC, V.J. Síntese do estado de conhecimento sobre a pesca marinha e estuarina do Brasil. In Isaac, V. J.; Martins, A. S.; Haimovici, M.; Andriguetto Filho, J. M. (orgs.). A pesca marinha e estuarina do Brasil no início do século XXI: recursos tecnologias, aspectos socioeconômicos e institucionais. 1 ed. Belém: Editora Universitária UFPA, v. 1, p. 181-188. Disponível em: http://www.geoprof.org/pdf/pub_34.pdf acessado em outubro, 2007.

KLIPPEL, S. A pesca artesanal na costa da Plataforma Sul. In Ações para a conservação de tubarões e raias no sul do Brasil. Porto Alegre: Igaré, 2005. 262 p.

KUNST, A.V.; FUJIMOTO,N.S.M.V.;STROHAECKER, T.M. Derivações Ambientais Decorrentes do Uso e Ocupação do Solo no Litoral Norte do Rio Grande do Sul. In Simpósio Brasileiro de Geografia Física Aplicada, 11. São Paulo, ANAIS… São Paulo: Departamento de Geografia/FFLCH/USP, p. 4977-4981, 2005.

LEMAY, M. Coastal and Marine Management on the Caribbean and South America Coastal Zone. In Banco Interamericano de Desenvolvimento - BID. Washington, D.C. N° ENV – 121, 1998.

MANCUSO, G. Redes: Temos que Buscar uma Solução, 2006. Disponível em http://www.fgsurf.com.br/not_21_09_06.htm acesso em 13/03/2007.

MCGINN, A.P. Do Rio a Joanesburgo: A Importância de Oceanos Sadios no Combate a Pobreza. Universidade Livre da Mata Atlântica/Worldwath Institute – UMA/WWI, 2002. Disponível em www.wwiuma.org.br acesso em 03/02/2007.

MULLER, L.H.A. Retratos e Paisagens – Quadro sócio-cultural das populações que ocupam a região do Litoral Norte do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, RS. FEPAM, 54p. 2002.

NICOLODI, J.L. Os Impactos produzidos pelas Ressacas no Balneário de Cidreira, Litoral Norte do Rio Grande do Sul. Depto. de Geografia/ IG/UFRGS. Porto Alegre, RS 1999. Trabalho de Graduação. 94 p.

NICOLODI, J.L.;TOLDO JR, E.E. Morfodinâmica de Praias: Uma ferramenta para gestores dos ambientes costeiros – o caso da Praia de Fora, Parque Estadual de Itapuã, RS. In Natureza & Conservação. Vol.1 n° 2. p. 22-32, 2003.

NIMER, E. Clima. In IBGE – Geografia do Brasil, Região Sul. SERGRAFIBGE, Rio de Janeiro, p. 35-79, 1977.

ORLA – Plano de Intervenção da Orla Marítima do município de Capão da Canoa, RS. Projeto Orla/ MMA-SPU.

PASQUOTO, V.F. Pesca Artesanal no Rio Grande do Sul: os pescadores de São Lourenço do Sul e suas estratégias de Reprodução Social. Faculdadede Ciências Econômicas – PPGDR/UFRGS. Porto Alegre, RS 2005. Dissertação de Mestrado, 164p.

PERES, M.B.; KLIPPEL, S. e VIANNA, M.A.C. 2007. Áreas de exclusão de pesca propostas no processo de gestão participativa da pesca artesanal no litoral norte do Rio Grande do Sul: um relato experiência. pp: 131-144. In Áreas Aquáticas Protegidas como Instrumento de Gestão Pesqueira. Série Áreas Protegidas, volume 4, MMA, Brasília. 261 p.

RIO GRANDE DO SUL; CRUZ, R.C. Zoneamento Ambiental dos Campos de Dunas de Pinhal e Cidreira – Relatório Final. Convênio SEMA/FEPAM e Oceanólogo Rafael Cabral Cruz. 87p, 2003.

RIO GRANDE DO SUL. Lei Estadual 8.676 de 14 de julho de 1988. Diário Oficial do Estado do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 15 de julho de 1988.

RIO GRANDE DO SUL – Frente Parlamentar pela Harmonia entre Pescadores e Praticantes de Esportes Náuticos. Assembléia Legislativa. Porto Alegre, 2007.

RIO GRANDE DO SUL. Lei Estadual 11.886 de 02 de janeiro de 2003; Lei Estadual 12.050 de 22 de dezembro de 2003; Decreto Estadual 42.868, de 03 de fevereiro de 2004; Decreto Estadual 43.375, de 06 de outubro de 2004; Decreto Estadual 45.409 de 20 de dezembro de 2007. Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul. Disponível em http://www.al.rs.gov.br/legis/ acessado em 13 de abril de 2008.

RODRIGUES, S.A.; SHIMIZU, R.M. 1995 As Praias Arenosas. In Série Ecossistemas Brasileiros. São Paulo, Depto. de Ecologia Geral, Centro de Biologia Marinha, USP. Disponível em: http://www.usp.br/cbm/artigos/praia.html#major acesso em 16/06/2008.

STRAHLER, A.N.; STRAHLER, A.H. 1994. Geografia Física. Ed. Omega. Barcelona, Espanha. 515 p.

STROHAECKER, T.M.; TOLDO JR, E. E. O Litoral Norte do Rio Grande do Sul como um Pólo de Sustentabilidade Ambiental do Brasil Meridional. In Colóquio Internacional de Geocrítica, 9. Porto Alegre, ANAIS... Porto alegre: Departamento de Geografia/IG/UFRGS. 2007.

STROHAECKER, T.M. A urbanização no Litoral Norte do Rio Grande do Sul: contribuição para a gestão urbana ambiental do município de Capão da Canoa. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2007. 398 p.

THERRA, I. Cidreira, história, cotidiano, cultura e sentimento. Cidreira, RS Casa de Cultura do Litoral, 2007. 150p.; il.TOLDO JR, E.E. et al.Parâmetros Morfodinâmicos da Praia de Imbé, RS. In Pesquisas n°20. CECO/IG/UFRGS. Porto Alegre, RS. p. 27-32, 1993.

TOLDO JR, E.E. et al. Parâmetros Morfodinâmicos e Deriva Litorânea da Praia de Tramandaí – RS. In GEOSUL N°15 – ANO VIII. 1993.

TOMAZELLI, L.J. O Regime de Ventos e a Taxa de Migração das Dunas Eólicas Costeiras do Rio Grande do Sul, Brasil. In Pesquisas n°20. Porto Alegre, CECO/IG/UFRGS. p. 18-26, 1993.

TOMAZELLI, L.J. Morfologia, Organização e Evolução do Campo Eólico Costeiro do Litoral Norte do Rio Grande do Sul, Brasil. In Pesquisas n°21. Porto Alegre, CECO/IG/UFRGS. p. 64-71, 1994.

TOZZI, H. A. de M. Influência das Tempestades Extratropicais sobre o Estoque Subaéreo das Praias entre Rio Grande e Chuí, RS: Campanha do Outono e Inverno de 1996. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 1999. 115p.

VILLWOCK, J. A. A Costa Brasileira: Geologia e Evolução. In Notas Técnicas n° 7. Porto Alegre, Instituto de Geociências, UFRGS, p. 38-49, 1994.

VILLWOCK, J. A.; TOMAZELLI, L.J. Geologia Costeira do Rio Grande do Sul. In Notas Técnicas n°8. Porto Alegre, CECO/IG/UFRGS. p. 1-45, 1995.

WESCHENFELDER, J. et al. Caracterização Morfológica das Praias Oceânicas entre Imbé e Arroio do Sal, RS. In Notas Técnicas n° 10, Porto Alegre, Instituto de Geociências, UFRGS, p. 35–48, 1997.

WRIGHT, L.D.; SHORT, A.D. 1984. Morphodynamics of Beaches and Surfzones in Australia. In Komar, P.D. CRC Handbook of Coastal Processes and Erosion, Boca Raton, Florida: CRC Press, p. 35-64.

6 de mai de 2009

Onda contra onda

Algumas vezes no surf, principalmente quando está bem razo perto da areia, ondas "voltam" para o fundo em sentido contrário. É bom ficar ligado nestas pequenas ondas pois podem te pegar de surpresa e gerar uma vaca. A Pamela Neswald talvez inspirada neste fenômeno, fez a pintura ao lado. Parece que a gata que está na onda, nas possibilidades que tinha, escolheu a onda errada...

5 de mai de 2009

Interferência amiga

Você vem pegando uma onda e um outro cara dando aquela "rabeada" entra na sua onda depois de você, no seu caminho! O que você faz? Normalmente as opções que vem a mente não são nada amistosas. Não foi o que aconteceu com o primo Renato Hickel nesta onda em Greenmount - Gold Coast - Australia. O cara que entrou na onda dele era seu amigo Tim. O Tim estava num pranchão segurando uma camera fotográfica registrando a onda do Renato. Nesse caso não chegou a atrapalhar a onda e ainda tirou boas fotos. Todos as rabeadas de ondas poderiam ser assim... 

4 de mai de 2009

Um dia de velejo

Um video que ilustra bem um dia de velejo padrão com windsurf. Amigos, família, equipamentos e vento. 

3 de mai de 2009

Jogo de cores

O surf fornece uma série de sensações para os seus praticantes. Umas das mais fortes são as visuais. Cores em movimento como pinturas passam pela frente muitas vezes. Alguns momentos ficam fotografados no nosso cérebro para sempre. Se você já tirou um tubo bem legal, certamente a imagem dele ainda está na sua memória. O fotógrafo Clark Little é mestre neste assunto. Usa sua experiência e equipamentos para gravar momentos mágicos como o da foto ao lado.

2 de mai de 2009

Na batalha do surf

Ter uma prancha de surf boa. Cordinha, parafina, roupa de neoprene. Dinheiro para a gasolina. Vento terral ou zero vento. Água fria... Fundo de areia bom. Onda com bom tamanho. Luta para pegar uma onda no meio de um monte de gente que está dentro da água. UMA BATALHA! Por vezes temos que BATALHAR muito para poder pegar uma onda boa na vida. Não é uma guerra (como o rapaz aí do lado pensou), mas pode ser uma batalha! Quer moleza?

1 de mai de 2009

Dia do trabalho

Hoje é dia do trabalho. Você aí surfa como hobby, para diversão, certo? Mas existem aqueles surfistas que são profissionais. Meu primo e meu guru do surf Guga Arruda é um deles. Surfista profissional sempre envolvido em competições, equipamentos e divulgação do surf. Hoje você pode ir surfar para se divertir e relaxar. Outros poderão estar indo para a água a trabalho! A foto ao lado é ele em Teahupoo. Trabalhando!